Desenhos Conceptuais de “A Revolta – Parte 1″ por Joanna Bush


Graças ao website QuarterQuell.org podemos ver alguns desenhos conceptuais de “A Revolta – Parte 1″. A artista trabalha com o Designer de Produção (Phil Messina) e o Realizador (Francis Lawrence) para conseguir criar o look do filme. Joanna Bush fez também os desenhos conceptuais para “Os Jogos da Fome” e “Em Chamas”. Foi quem criou o conceito da pintura de Rue que Peeta desenha no chão no segundo filme.

Podem ver mais trabalho dela aqui.

Katniss Everdeen é a 7ª Personagem Ficcional Mais Influente de 2014 do Time

Katniss Everdeen está no 7º lugar da lista anual do Time das personages ficcionais mais influentes, ou como dizem, “um ranking das personagens que tiveram o maior impacto nas notícias e vidas deste ano, para o melhor e por vezes para o pior.”

7. Katniss Everdeen

A heroína de “Os Jogos da Fome” (Jennifer Lawrence) já assegurou o seu estatuto como modelo feminista. Mas Katniss é mais do que um ícone dos films agora. A sua saudação de três dedos, usado em “A Revolta” como signal da rebelião contra o Capitólio, começou a tornar-se num símbolo entre os protest antes pró-democracia na Tailândia e Hong Kong.

“The Hanging Tree” no número 12 do Billboard Hot 100

A Entertainment Weekly escreveu um artigo sobre a música “The Hanging Tree” e o seu sucesso nas listas das músicas mais populares!
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Foto: Murray Close

Bem, coisas mais estranhas já aconteceram. Não interessa que lea posse realmente odiá-la, mas muita genre está a ouvir a música que Jennifer Lawrence canto em “A Revolta”, “The Hanging Tree” – tantas que é o nº 12 da Billboard Hot 100 desta semana.

Técnicamente, a música não é de Jennifer Lawrence, e sim credited ao compositor do filme James Newton Howard e a atria apenas empresta os vocais, max, ainda conta. Vendeu mais de 200,000 downloads na primeira semana, colocando-se no nº 2 das listas Digitais.

Segundo a Billboard, Lawrence é a 13ª atriz a ganhar um Óscar numa categoria de representação e a aparecer no Hot 100, juntando-se a Julie Andrews, Cher, Meryl Streep, Frank Sinatra, e Barbra Streisand.

Jeremiah Fraites e Wesley Schultz dos The Lumineers escreveram “The Hanging Tree”, baseados has tletras da autora dos livros, Suzanne Collins.

Designers de Guarda-Roupa de “A Revolta” falam sobre como foi criado o fato de Mimo-Gaio

O website Grazia Daily entrevistou os designers de guarda-roupa de “A Revolta”, que falaram sobre a criação do guarda-roupa do novo filme, assim como o fato de Mimo-Gaio:

O último filme de “Os Jogos da Fome”, em que se vê Katniss e o Distrito 13 a liderar uma revolução contra o Capitólio, está agora nos cinemas. Há menos McQueen e mais cinzento neste filme, mas as personagens mantêm a capacidade de se expressarem através do uniforme do Distrito 13. Falámos com os designers de guarda-roupa Kurt e Bart para descobrir como foi trabalhar com Jennifer Lawrence e a história por trás do fato de Mimo-Gaio…

Os fatos neste filme são muito diferentes dos dois primeiros “Jogos da Fome”…

Bart: “Foi a coisa mais interessante. Estas personagens estavam estabelecidas e retira-las da sociedade foi fantástico. É interessante pensar como criar alguma coisa no estilo destas personagens, ainda que estivessem nas mesmas roupas. Effie é o melhor exemplo. Cada personagem parece que usa o mesmo material mas tem um fato feito para si.”

Foi mais importante mostrar a sua personalidade?

Kurt: “Acho que sim. O Bart referencia sempre as escolas privadas em que todos usam as mesmas coisas e as pessoas acrescentam pequenos detalhes para serem diferentes, seja com intenção ou não. Pode ser muito subtil. Quando Katniss conhece a PResidente Coin é importante que estejam ao mesmo nível – estão a usar a mesma coisa. Mas Katniss está mais desabotoada enquanto a camisa de Coin está apertada até cima. São estas mudanças subtis que ajudam a definir personagens.”

Como desenharam o fato de Mimo-Gaio?

Bart: “Tivemos a oportunidade de fazer coisas tão fixes neste filme, mas penso que o mais fixe de todos foi desenhar o fato de Mimo-Gaio. É um fato desenhado pelo seu estilista no livro – e foi assim que o fizemos, através dos seus olhos. Ele sabia que era o destino dela ser o Mimo-Gaio. Ela era um símbolo, mas também tinha que ser um soldado em batalha.”

Kurt: “Queríamos que fosse visto de várias formas – não queríamos que ela fosse uma heroína num fato imóvel que só pudesse usar de uma forma. As suas asas e ombros foram desenhados para serem cerimoniais, mas a armadura pode ser retirada para verem aquela raparida de novo – podem ver Katniss. E mesmo sem as asas, ela pode estar em batalha e ser um soldado.”

Como foi trabalhar com a Jennifer?

Bart: “Ela é fantástica porque conhece bem as personagens. A Jen é hilariante e muito divertida e os atores divertiram-se muito. De repente, é tempo para a acção e ela está no filme e é a Katniss!”

Tiveram que fazer muitas provas a Jennifer para esse fato?

Kurt: “Não tivemos que fazer muitas provas. Muitas pessoas estiveram envolvidas neste fato. Aqueles elementos eram muito complicados e foi importante para nós e para a Jen ter muitas provas para ter a certeza que ela conseguia fazer tudo o que quisesse com o fato.”

Bart: “Ela vestia o fato e ela comia um monte de Skittles e ia correr.”

Tinham vários fatos de Mimo-Gaio?

“Haviam montes de Mimos-Gaios! Haviam alguns com pesos diferentes para diferentes cenários e diferentes níveis de atividade. Penso que eram oito. Haviam versões em que ela podia usar caneleiras e joelheiras por baixo do fato. Haviam suficientes para ela usar um diferente todos os dias da semana.”

Quão funcionais tinham que ser os fatos?

“Muito! Penso que é porque o Francis adora filmar coisas de forma real e orgânica e não ter que adicionar muitos efeitos especiais. Quando chegou aos fatos dos soldados do Distrito 13, queríamos que fossem mesmo funcionais, então travalhámos com um designer inglês, Aitor Throup. Queríamos que fossem leves e práticos e fizémos uma colaboração fantástica com ele.”

Que referências utilizaram para os uniformes do Distrito 13?

Kurt: “Começámos por procurar roupa muito simples – o que nos levou à 2ª Guerra Mundial e os tempos de austeridade em Inglaterra. Haviam muitas regras sobre uso de tecidos e náo usar excesso de botões. Fizémos isso também no Distrito 13. Queríamos que essas coisas não fossem propriamente futurísticas, mas bastante reais. Há um pouco do passado e penso que acabaram por ser bastante românticos.”